Confidencialidade
Informações corporativas só devem ser acessadas por quem tem autorização e precisa delas para trabalhar.
O painel em destaque simula uma página aberta por QR Code. Clique em Validar acesso ou Baixar material. Depois do clique, você verá os sinais que poderiam indicar um golpe.
Você abriu um link escondido em um QR Code e encontrou uma tela pedindo uma ação. É assim que muitos ataques de quishing começam. O QR Code apenas leva ao endereço; o golpe acontece na página aberta.
No celular, o link pode aparecer por poucos segundos ou ficar parcialmente oculto.
O visual imita um documento, uma confirmação de acesso ou outro serviço conhecido.
O pedido pode envolver clique, login, token, arquivo, dado pessoal ou aprovação.
Com a informação ou o acesso obtido, ele pode invadir contas, instalar malware ou vazar dados.
As práticas de Segurança da Informação se apoiam em três pontos: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Eles orientam como as informações devem ser acessadas, alteradas e mantidas disponíveis.
Informações corporativas só devem ser acessadas por quem tem autorização e precisa delas para trabalhar.
Dados e documentos devem permanecer corretos, completos e protegidos contra alterações indevidas ou acidentais.
Sistemas, documentos e recursos precisam estar disponíveis para os usuários autorizados quando o trabalho exigir.
Os golpes mudam de formato, mas costumam explorar pressa, confiança e distração. A melhor defesa é conferir a origem e o contexto antes de agir.
Deepfake é o uso de Inteligência Artificial para alterar ou criar voz, imagem ou vídeo. Em golpes, essa técnica pode ser usada para simular um gestor, colega, fornecedor ou cliente e dar mais credibilidade a uma solicitação indevida.
Uma chamada de vídeo, áudio de WhatsApp ou gravação aparentemente legítima pode ser usada para pedir aprovação de acesso, envio de documentos, mudança de dados bancários, compartilhamento de informações confidenciais ou execução de uma tarefa fora do processo normal.
Em um caso noticiado pelo Tecnoblog, um suspeito na Espanha usou deepfake em tempo real para tentar burlar verificações de identidade por vídeo e obter certificados digitais. O golpe foi descoberto quando o software de troca de rosto falhou por menos de um segundo e revelou o rosto verdadeiro do golpista. Ver notícia.
Antes de enviar, armazenar ou discutir uma informação, verifique em qual nível ela se encaixa. Quanto maior o impacto de um vazamento ou alteração, maior deve ser o controle.
Informação pública. Conteúdo aprovado para divulgação, já disponível publicamente ou sem restrição de acesso.
Informação de acesso restrito. Conteúdo sensível que deve ser compartilhado apenas com pessoas ou áreas especificamente autorizadas, com controles reforçados de acesso, envio e armazenamento.
Informação confidencial. Inclui dados internos, pessoais, financeiros, estratégicos, comerciais, contratuais ou relacionados a clientes, parceiros e operações da organização.
Pare por alguns segundos e faça estas quatro checagens:
Sua senha é individual. Não compartilhe, não reutilize a mesma senha em serviços diferentes e use autenticação em dois fatores sempre que estiver disponível.
Os equipamentos fornecidos pela organização são destinados ao trabalho. Não instale programas, não altere configurações e não troque componentes sem autorização.
Não conecte pendrive ou outro armazenamento removível sem autorização prévia e expressa. Esses dispositivos podem carregar malware ou facilitar a cópia indevida de informações.
Antes de clicar em Enviar, confira destinatários, anexos, conteúdo sigiloso e o histórico que será mantido no encaminhamento. O e-mail corporativo é um documento formal.
Evite sites suspeitos, links duvidosos e mensagens sem contexto. Nos computadores corporativos, ferramentas de mensagem devem ser usadas apenas para atividades profissionais e conforme as regras internas.
Não trate assuntos confidenciais em aviões, restaurantes, cafés ou outros locais expostos. Proteja a tela, os documentos impressos e as conversas de trabalho.
Quanto antes a situação for comunicada, maior a chance de conter o problema e preservar as evidências necessárias para a análise.
Não continue clicando, baixando, respondendo ou compartilhando. Se abriu um arquivo suspeito, não o execute novamente.
Anote o remetente, horário, link, nome do arquivo, telefone e qualquer outro detalhe. Faça uma captura de tela quando for possível.
Comunique imediatamente o canal interno de Segurança da Informação, TI ou Compliance indicado pela organização. Não espere ter certeza de que houve um incidente.
Comunique também o Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais ou o canal de privacidade indicado pela organização.
Use apenas os dados pessoais necessários para a tarefa. Evite cópias, envios e armazenamento sem necessidade e proteja qualquer arquivo com dados pessoais ou sensíveis.
Fora do escritório, mantenha o mesmo cuidado: proteja a tela, evite redes inseguras, não compartilhe o equipamento e confirme links ou documentos antes de abrir.
Escolha a resposta que você adotaria no dia a dia. O resultado fica somente no seu navegador.
Antes de clicar, enviar, compartilhar ou instalar algo, confira se a solicitação faz sentido e se veio do canal correto.
Nada foi enviado ou armazenado. Em um ataque real, este clique poderia iniciar a coleta de dados ou o download de um arquivo malicioso.